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Patents

  • COMPOSIÇÃO VÍTREA, FIBRAS E TECIDOS VÍTREOS BIOATIVOS E ARTIGOS

Processo nº BR 10 2013 020961 9

Pedido de Patente:

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Os vidros bioativos vêm sendo utilizados para diversos fins nas áreas da saúde, encontrando aplicação em variados procedimentos tanto na medicina quanto na odontologia. Por atuar como um excelente regenerador ósseo, o material é uma opção para o tratamento de lesões ósseas, procedimentos para aumento do volume ósseo e para pacientes que têm dificuldade de regeneração desse tecido, como é o caso da osteoporose, entre outras enfermidades. Entretanto, esse material não permite ser conformado, já que passa por um processo conhecido como cristalização durante seu processamento. Este fenômeno faz com que seja muito difícil obter peças 3D, scaffolds porosos ou fibras a partir desse material. Portanto, seu uso clínico se restringe atualmente nas formas de partículas e granulados. 

Para resolver esse problema, pesquisadores da UFSCar desenvolveram a patente Composição vítrea, fibras e tecidos vítreos bioativos e artigos. Os inventores são Edgar Dutra Zanotto, Oscar Peitl Filho e Marina Trevelin Souza, do Laboratório de Materiais Vítreos (Lamav), do Departamento de Engenharia de Materiais da UFSCar.

Com o objetivo de processar o material em diversos formatos, os pesquisadores da UFSCar fizeram uma nova composição vítrea por meio da mistura de diversos elementos, resultando em um material com baixa tendência à cristalização e com alta bioatividade. Dessa forma, essa patente trata de uma composição de vidro da qual é possível, entre outras aplicações, a obtenção de fibras que são altamente bioativas e podem ser moldadas na forma de tecidos, adquirindo geometrias complexas. Esses tecidos são destinados às aplicações tanto na área médica quanto na área odontológica.

Por se tratar de um material flexível e adaptável, o tecido de fibras vítreas pode ser aplicado para curar ou amenizar problemas relacionados às úlceras na pele, queimaduras, lesões cutâneas, problemas de regeneração de ossos e fraturas, entre outras condições e enfermidades. O material também apresenta outras vantagens como ser bactericida, o que evita possíveis infecções, tem atividade inflamatória e é angiogênico, ou seja, acelera a formação de vasos sanguíneos, uma etapa crucial na regeneração de qualquer tecido do corpo.

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https://www.youtube.com/watch?v=LqAN_XXg5qg

  • Propriedade Intelectual : Tecnologia da Vitrocerâmica é desenvolvida para uso doméstico

Desenvolver um material de placas de fogões elétricos altamente resistente a ataque térmico por método alternativo, diferente dos produtos já existentes no mercado internacional foi o principal objetivo da patente “Composições de vidros Li2O–Al2O3–SiO2, Processo de obtenção de vitrocerâmicas sinterizadas a partir das mesmas, vitrocerâmicas obtidas e uso das mesmas” desenvolvida pelos pesquisadores Edgar Dutra Zanotto, Viviane Oliveira Soares e Oscar Peitl Filho, todos do Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa) da UFSCar.

      Os materiais vitrocerâmicos, como são conhecidos, surgiram no final dos anos 50. Eles são produzidos a partir da cristalização controlada de materiais vítreos, fenômeno que ocorre quando um vidro, contendo um agente nucleante dissolvido (óxido de titânio, óxido de fósforo, óxido de zircônio, prata, ouro, etc.) é submetido a tratamentos térmicos que variam de 500 a 1.100 graus centígrados. Como resultado desse processo, ele se transforma em um material policristalino, dotado de características diferenciadas.
     Segundo o pesquisador Edgar Zanotto, as vantagens destes materiais é que eles também funcionam como isolantes elétricos e podem ser usados em situações em que a dilatação do vidro provoca prejuízos ao bom funcionamento do equipamento, característica necessária às placas de fogões elétricos. A durabilidade desse material também é uma de suas principais características, pois ele pode tanto dissolver em água como pode durar eternamente, permitindo ser projetado para o uso desejado.
     Levando aproximadamente cinco anos para ser desenvolvida, a placa de vitrocerâmica para cooktops foi resultado da tese de doutorado de Viviane Oliveira Soares. O produto é distinto do processo tradicional de produção das placas de vidro atualmente utilizadas em fogões. As placas de vitrocerâmica não transmitem infravermelho (calor), isto é, são adequadas especialmente aos fogões modernos, que são aquecidos por indução e não usam fogo, apenas círculos aquecidos por infravermelho onde são colocadas as panelas ou o próprio alimento.
     Além da beleza estética e da modernidade em ambientes de cozinha, uma de suas principais vantagens é a fácil limpeza, que pode ser feita com um pano úmido. Os alimentos podem ser cozinhados diretamente na superfície da placa e sua utilização é destinada a pessoas que moram em ambientes pequenos.
Vista como tendência mundial, as placas de vitrocerâmica desenvolvidas para cooktops na UFSCar poderão ser fabricadas dentro do Brasil e têm como público-alvo empresas que se interessam por produção industrial. Assim, por se tratar de produtos inovadores, o invento é destinado a fabricantes de fogões elétricos, já que há um poder de interesse do mercado por resistirem ao intenso calor sem quebrar ou danificar. “Os cooktops são mais atraentes e fáceis de limpar que os fogões tradicionais. Além disso, resistem aos ataques químicos de diversos alimentos, resistem ao calor de até aproximadamente 600ºC e a choques térmicos com diferenças bruscas de temperatura”, declarou Zanotto.
Para mais informações sobre essa patente, o contato poderá ser feito com a Agência de Inovação da UFSCar: inovacao@ufscar.br ou pelo telefone: (16) 3351-9040.

  • Vitrocerâmica de escória de aciaria
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As escórias siderúrgicas são provenientes principalmente de altos-fornos e aciarias. A produção de escória de alto-forno ocorre em escala maior, mas essa escória atualmente já encontra aplicação na fabricação de cimentos, em misturas para pavimentação e como matéria-prima na indústria vidreira tradicional. No exterior já é conhecido o uso de escória de altos-fornos na confecção de outros vidros e vitrocerâmicas, mas a utilização de escória de aciaria para essa aplicação é original. No Brasil, os pesquisadores Eduardo Bellini Ferreira, Edgar Dutra Zanotto e Catia Fredericci do Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa) da UFSCar em parceria com Luis Augusto Marconi Scudeller da empresa Usiminas deram origem à invenção Processo de Obtenção de Vidro Negro e Vitrocerâmica Escura a Partir de Escória de Aciaria

Apesar de a escória de aciaria ser produzida em menor escala, o volume gerado não é desprezível. Um convertedor LD chega a gerar, dependendo do tipo de aço fabricado e das condições operacionais, mais de 90 kg de escória por tonelada de aço produzido. Normalmente, a parte metálica presente nessa escória é retirada e reciclada no próprio processo produtivo do aço, mas mais de 80% da fração não metálica da escória é descartada pela maioria das siderúrgicas brasileiras. Isso constitui um problema sério para as indústrias, que devem se preocupar com o estoque e manejo de resíduos, que ocupam enorme área física, além do custo e dos inconvenientes ecológicos. 

Com o intuito de reverter esse quadro, as empresas siderúrgicas vêm buscando alternativas para o uso deste material. O objetivo é aproveitar toda a escória produzida e agregar valor a este rejeito através de aplicações mais nobres como, por exemplo, matéria-prima para a indústria de fertilizantes agrícolas fosfatados e para fabricação de vidros e vitrocerâmicas. 

De acordo com o professor Edgar Dutra Zanotto, que liderou a pesquisa na UFSCar, de modo geral os vidros e as vitrocerâmicas são fabricados a partir de matérias-primas que apresentam elevados teores de sílica, como areia ou escórias de altos-fornos. No processo proposto, a escória de aciaria é utilizada para a fabricação de vidros negros e vitrocerâmicas escuras, conformados na forma de placas de revestimento cerâmico e utilizados no segmento de construção civil e arquitetura – uma destinação inovadora e nobre a este rejeito. 

Mas, apesar de ter sido depositada no final dos anos 1990, apenas em 2010 o pedido de patente foi deferido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Levando cerca de quatro anos para ser desenvolvida, a invenção resultou no processo de obtenção de vidro negro e vitrocerâmica escura com a utilização de escória de aciaria como matéria-prima principal, em formulações contendo outros materiais para ajustes de sua composição química. 

Um diferencial na utilização da escória de aciaria é a presença de óxidos corantes, como os de ferro e manganês, que conferem a coloração escura ao vidro e também atuam como agentes de nucleação para sua cristalização. "A partir da cristalização de um vidro especialmente modificado contendo escória de aciaria, desenvolvemos um processo para obter vitrocerâmicas com excelentes resistências à fratura e à abrasão (podendo suportar tráfego intenso de pessoas e de máquinas), bem superiores as do vidro comum", explicou Zanotto. O resultado é um produto "recomendado para projetos arquitetônicos, ornamentais e artísticos. Ele possui diferencial estético, econômico e de sustentabilidade, pela utilização de uma matéria prima abundante e barata", finalizou.

  • Vitrocerâmica para proteção balística
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A proteção balística acoplada em veículos ou coletes à prova de balas geralmente é feita a partir de materiais poliméricos de alto desempenho ou metais, protegendo contra munições de baixo calibre. Para aumentar o nível de proteção, é necessário agregar a essa armadura principal – que pode ser de metal ou polímero – uma armadura de sacrifício. Esta armadura de sacrifício pode ser uma placa de cerâmica tradicional ou, como no caso deste invento, o material vitrocerâmico desenvolvido no LaMaV da UFSCar. Este procedimento foi fruto de uma pesquisa de mestrado em Engenharia de Materiais que resultou na patente Composições vitrocerâmicas, vitrocerâmicas obtidas, armadura de sacrifício e artigo para proteção balística. A ideia dos pesquisadores Ana Candida Martins Rodrigues, Edgar Dutra Zanotto, Oscar Peitl Filho e Leonardo Sant'Ana Gallo era desenvolver um material à base de vidro, que após tratamento térmico de cristalização – tornando-o vitrocerâmica – tivesse características que o qualificassem como material de proteção balística.

A pesquisa surgiu dos trabalhos realizados pelos pesquisadores Edgar e Ana Candida, do Departamento de Engenharia de Materiais, que tinham ideais em projetos de aeronáutica, objetivando desenvolver material vitrocerâmico para janelas e assentos de helicópteros, a fim de aumentar a proteção do piloto na questão visual e de ataques de tiros vindos do solo. Por se tratar de material duro, quando a vitrocerâmica é atingida por um projétil, ela é fraturada e, com isso, rouba a energia do projétil, diminuindo sua velocidade e seu poder de penetração, e fazendo com que ele seja moído. Por isso há dois componentes importantes envolvidos: a armadura principal – que tem a finalidade de parar definitivamente a bala e os fragmentos gerados pela fratura da cerâmica – e a armadura de sacrifício – que diminui drasticamente a velocidade e o poder da bala.

Levando cerca de dois anos para ser desenvolvida e testada em protótipo balístico, o material pode ser tanto transparente como opaco, dependendo do tratamento térmico empregado. Sua principal vantagem e o diferencial desta invenção é sua menor densidade quando comparada com os materiais utilizados atualmente no mercado. Essa característica permite maior autonomia dos veículos que utilizam proteção balística ou de soldados e policiais que utilizam a proteção por meio de coletes. Ou seja, por se tratar de material vitrocerâmico transparente, mais duro e mais leve do que o vidro blindado tradicional, resulta em material menos espesso, menos pesado, mas com o mesmo nível de proteção.

Além da questão militar, as blindagens automobilísticas têm crescido vertiginosamente nos últimos anos, tanto pela sensação de insegurança da população, quanto pelo aumento do número de pessoas com poder aquisitivo para possuir um carro blindado. O material transparente pode ser empregado em capacetes e viseiras protetoras, e para blindagem arquitetônica de guaritas ou muros, levando em conta o crescimento de condomínios luxuosos em regiões povoadas.

Os testes práticos foram realizados com o material em empresa específica na cidade de Campo Limpo Paulista. Os pesquisadores partiram de duas amostras de mesmas dimensões com tratamentos térmicos diferentes, sendo que uma resultou em material transparente e outra em material opaco. A ideia era testar se, para duas situações diferentes, o material seria eficaz em nível de proteção. Para isso, o material foi atingido com uma bala de projétil utilizada para bateria antiaérea, cuja velocidade da bala e a distância do alvo eram normatizadas. Com o teste, foi possível perceber que, nas duas condições o material transparente e opaco pararam completamente o projétil, levando à constatação de que a vitrocerâmica desenvolvida pela UFSCar é adequada para ser utilizada como proteção balística de sacrifício contra munições de alto calibre. A proteção pode ser tanto veicular (automóveis, helicópteros e aeronaves – material transparente), quanto de coletes à prova de bala. 

No Brasil, existe interesse sobre esse tipo de tecnologia, cujo mercado consumidor é amplo, devido aos recentes manifestos e protestos. Além disso, o país está recebendo eventos grandiosos como a Copa do Mundo e Olimpíadas que exigem o reforço da proteção dos policiais e exército que precisam estar equipados, não apenas de munição, mas de proteção adequada. Por isso, os pesquisadores afirmam que, para estar disponível no mercado, há a necessidade de encontrar empresas parceiras que se disponham a produzir e comercializar o produto, tendo em vista que o trabalho realizado em escala laboratorial é diferente do trabalho aplicado em escala industrial. 

A partir destes resultados, os pesquisadores já atuam em novos trabalhos com o tratamento térmico de amostras coloridas. O material estudado é transparente em razão de um dos componentes, porém colorido na cor púrpura. Os pesquisadores acreditam que as possibilidades de aplicações seriam ainda mais ampliadas se fosse possível desenvolver um material transparente e totalmente incolor.

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https://www.youtube.com/watch?v=FfyKComBPDM

  • Material bioativo e bioabsorvível

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Cada vez mais os implantes vêm sendo objeto de pesquisa nas mais diversas áreas do conhecimento. Pesquisadores da UFSCar desenvolveram a patente Processo de recobrimento descontínuo utilizando um biomaterial bioabsorvível e bioativo aplicado sobre substratos sólidos, recobrimento descontínuo e seu uso que trata do recobrimento de superfícies metálicas, cerâmicas, e poliméricas com um vidro altamente bioativo. O processo torna os implantes mais “compatíveis” com o corpo humano. São os inventores Edgar Dutra Zanotto, Oscar Peitl Filho e Clever Ricardo Chinaglia, do Laboratório de Materiais Vítreos (Lamav), do Departamento de Engenharia de Materiais da UFSCar. 

As pesquisas que resultaram na patente tiveram como motivação a possibilidade de reduzir a ocorrência de falhas dos mais diversos implantes médicos e odontológicos através de alterações em sua superfície. Essas alterações implicariam em aumento de vida útil para os implantes e melhor qualidade de vida para os implantados, pois reduziriam a possibilidade de cirurgias para troca do implante. 

Um dos maiores desafios na pesquisa foi integrar o vidro à superfície do metal, pois ambos possuem propriedades bastante diversas, o que gera instabilidade na interface metal−cerâmica. Um vidro desenvolvido em outra pesquisa do mesmo laboratório foi a solução para esse problema. Esse vidro possuía baixa tendência a cristalizar, coeficiente de expansão térmica muito próxima à do titânio e alta bioatividade – ideal para a aplicação pretendida. Após a definição do vidro, foi desenvolvido um método para depositá−lo na forma de partículas sobre a superfície de implantes metálicos. 

A utilização do produto do invento é no recobrimento de implantes médicos e odontológicos, tornando-os mais bioativos (“compatíveis”), o que evita rejeições e acelera o processo de integração do osso com o implante, o que é bastante desejado principalmente no caso de pessoas que possuem diabetes e osteoporose. Pelo fato do biovidro também ser bactericida ele pode ser usado em implantes de quadril e placa de reconstrução óssea, onde essa propriedade é bastante desejada. 

Também destaca-se que o processo desenvolvido é bastante versátil, pois também pode ser aplicado sobre implantes poliméricos e cerâmicos. Outra vantagem é que o material não apresenta o problema de destacamento de camada, como acontece com recobrimentos de hidroxiapatita − um material cerâmico de mesma composição da parte mineral dos ossos.

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https://www.youtube.com/watch?v=ljIXF2F1Sxs

  • Edgar Dutra Zanotto

Brazilian Patents

 Conduíte tubular à base de fibras de vidro bioativo e biorreabsorvível para regeneração de tecido nervoso periférico e processo de obtenção do mesmo

É descrito um conduite tubular à base de fibras de vidro bioativo e biorreabsorvível para regeneração de tecido nervoso periférico, dito conduíte compreendendo entre 1 e 1000 fibras/mm2 de vidro bioativo e biorreabsorvível com diâmetros de 1 a 200µm sobre um molde não aderente com diâmetro entre 0,3 e 10 mm...

Compósitos biomiméticos compreendendo alto teor de carga à base de quitosana e biocerâmica, processo para preparação dos ditos compósitos e seu uso em engenharia de tecidos

A presente invenção refere-se a uma composição ou a um compósito biomimético que compreende quitosana e biocerâmica em diversas quantidades e balanços, apresentando diversas aplicações na área de engenharia de tecidos.

Vitrocerâmicas usináveis de alta tenacidade à fratura e uso das mesmas

São descritas vitrocerâmicas usináveis de alta tenacidade à fratura contendo metassilicato de lítio como fase principal (>50% vol. e até 80% vol.) para permitir a usinagem da vitrocerâmica e produção de peças de alta complexidade dimensional. 

 

"Dispositivo para auto-limpeza de piscinas"
Refere-se a presente patente de modelo de utilidade a um dispositivo para auto-limpeza de piscinas, de qualquer volume, quadradas com bordas arredondadas, sextavadas ou circulares, fabricadas e/ou revestidas com qualquer tipo de material, o qual tem por finalidade aspirar automaticamente a sujeira...
MU7400319-4

Giz cerâmico macio, durável e antialérgico e processo para preparar o mesmo
Patente de invenção "giz cerâmico macio, durável e anti-alérgico". Refere-se a presente invenção a constituição de um giz cerâmico macio, durável e anti-alérgico desenvolvido através do talco de silicato hidratado de magnésio, encontrato na natureza, o qual, em relação aos tradicionais...
PI9503134-0

Processo de fabricação de condutores á base de supercondutores óxidos
Sendo obtido um condutor com propriedades supercondutoras, a partirda mistura de pós metálicos e póssupercondutores ou componentes necessários para a formaçãode um supercondutor óxido, cuja reação será então feita em uma etapa posterior da processo, onde a mistura é compactada em um tubo ou...
PI8703419-0

Processo de fabricação de condutores à base de supercondutores óxidos
Sendo obtido um condutor com propriedades supercondutoras,conformado ou não, a partir da mistura deum solvente, de um aglutinenta e de um pó de um supercondutor óxido, ou dos componentes que resultarão em um supercondutor óxido através de uma reação realizada em uma etapa posterior do processo,...
PI8704534-6

Processo para obtenção de vidro negro e vitrocerâmica escura a partir de escória de aciaria
Processo para obtenção de vidro negro e vitrocerâmica escura a partir de escória de aciaria". O processo descreve a obtenção de vidro negro e vitrocerâmica escura com a utilização de escória de aciaria como matéria-prima principal, com formulações contendo proporções de sio~ 2~ tão baixas...
PI0005482-8

Processo para obtenção de artigos vítreos e vitrocerâmicos e artigos vítreos e vitrocerâmicos assim obtidos
Processo para obtenção de artigos vítreos e vitrocerâmicos e artigos vítreos e vitrocerâmicos assim obtidos". É descrito um processo para obtenção de artigos vítreos e vitrocerâmicos a partir do sistema soda-cal-sílica (ncs) que compreende preparar fritas por fusão do sistema ncs entre...
PI0301484-3

Processo para obtenção de vidro negro e vitrocerâmica escura a partir de escória de aciaria
Processo para obtenção de vidro negro e vitrocerâmica escura a partir de escória de aciaria.
PI0005482-8B1 - Classificação: C22B 7/04

Processo de preparação de biosilicatos particulados, bioativos e reabsorvíveis, composições para preparar ditos biosilicatos e biosilicatos particulados bioativos e reabsorvíveis
Processo de preparação de biosilicatos particulados, bioativos e reabsorvíveis, composições para preparar ditos biosilicatos e biosilicatos particulados bioativos e reabsorvíveis.
PI0300644-1B1 - Classificações: C03C 4/00 C03C 3/097 C30B 29/34 C30B 1/02 A61K 6/027

Suspensões para preparação de enxertos ósseos (scaffolds) à base de biosilicato, enxertos ósseos obtidos e processos de obtenção dos mesmos
Suspensões para preparação de enxertos ósseos (scaffolds) à base de biosilicato, enxertos ósseos obtidos e processos de obtenção dos mesmos. São descritas suspensões à base de biosilicato<32> para preparação de enxertos ósseos (scaffolds). As suspensões compreendem em relação ao volume total da...
PI1003676-8A2 - Classificações: A61L 27/10 A61L 27/56 A61L 27/58

International Patents

As vitrocerâmicas são obtidas por processo de sinterização que envolve obter os vidros por fusão, verter em água, secar e submeter a moagem de alta energia, conformar as peças, sinterizar as mesmas sob condições controladas e recuperar o produto vitrocerâmico desejado. 
São também descritos as propriedades da vitrocerâmica obtida e o uso da mesma.
 
 

WO/1997/041079A1 - BIOACTIVE CERAMICS AND METHOD OF PREPARING BIOACTIVE CERAMICS
A bioactive ceramic composition including 47 to 51 % SiO2, 23 to 25 % CaO, 23 to 25 % Na2O and 0 to 6 % P2O5, the bioactive ceramic having a bioactivity level such that the composition forms at...

WO/2004/103921A1 - GLASS AND GLASS-CERAMIC ARTICLES AND PROCESS TO PREPARE SAME
Glass and glass-ceramic articles are obtained using a process based on the soda-lime-silica (NCS) system, the process comprising preparing frits by melting suitable NCS compositions between 1300°C ...

US20060251737 - Process and compositions for preparing particulate, bioactive or resorbable biosilicates for use in the treatment of oral ailments
A process for preparing particulate, bioactive and resorbable biosilicates from vitreous plates or frits is described, which comprises thermally treating the vitreous plates or frits in a single or...

EP1601623A1 - PROCESS AND COMPOSITIONS FOR PREPARING PARTICULATE, BIOACTIVE OR RESORBABLE BIOSILICATES FOR USE IN THE TREATMENT OF ORAL AILMENTS

WO/2004/074199A1 - PROCESS AND COMPOSITIONS FOR PREPARING PARTICULATE, BIOACTIVE OR RESORBABLE BIOSILICATES FOR USE IN THE TREATMENT OF ORAL AILMENTS 
A process for preparing particulate, bioactive and resorbable biosilicates from vitreous plates or frits is described, which comprises thermally treating the vitreous plates or frits in a single or...

WO/2011/130812A2 - SUSPENSIONS FOR PREPARING BIOSILICATE-BASED BONE GRAFTS (SCAFFOLDS), THUS OBTAINED BONE GRAFTS AND METHODS FOR PRODUCING SAME
The invention relates to the production of bone grafts or scaffolds from suspensions based on a bioactive glass-ceramic, Biosilicate®, composed of Na2O-CaO-SiO2-P2O5. The suspensions containing ...

WO/2011/130812A3 - SUSPENSIONS FOR PREPARING BIOSILICATE-BASED BONE GRAFTS (SCAFFOLDS), THUS OBTAINED BONE GRAFTS AND METHODS FOR PRODUCING SAME
The invention relates to the production of bone grafts or scaffolds from suspensions based on a bioactive glass-ceramic, Biosilicate®, composed of Na2O-CaO-SiO2-P2O5. The suspensions containing ...

EP1601623B1 - PROCESS AND COMPOSITIONS FOR PREPARING PARTICULATE, BIOACTIVE OR RESORBABLE BIOSILICATES FOR USE IN THE TREATMENT OF ORAL AILMENTS

EP0896572A1 - BIOACTIVE CERAMICS AND METHOD OF PREPARING BIOACTIVE CERAMICS   
Abstract not available for EP0896572 Abstract of corresponding document: US5981412 A bioactive ceramic composition including 47 to 51% SiO2, 23 to 25% CaO, 23 to 25% Na2O and 0 to 6% P2O5, the...

5981412 - Bioactive ceramics and method of preparing bioactive ceramics   
A bioactive ceramic composition including 47 to 51% SiO2, 23 to 25% CaO, 23 to 25% Na2 O and 0 to 6% P2 O5, the bioactive ceramic having a bioacitivity level such that the composition forms at...

  • “EQUIPAMENTO E MÉTODO PARA A OBTENÇÃO DE FIBRAS POR DOWNDRAWING A PARTIR DE COMPOSIÇÕES DE BAIXA ESTABILIDADE VÍTREA”
Publicado na RPI de 30 de setembro de 2014 o despacho 2.10 (Requerimento de Pedido de Patente ou Certificado de Adição de Invenção) para a o pedido de patente BR 10 2014 023349 0 intitulado “EQUIPAMENTO E MÉTODO PARA A OBTENÇÃO DE FIBRAS POR DOWNDRAWING A PARTIR DE COMPOSIÇÕES DE BAIXA ESTABILIDADE VÍTREA” tendo como inventores Edgar Dutra Zanotto, Oscar Peitl Filho e Marina Trevelin Souza.
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‘An iPhone formed from glass’—New slate of Apple smartphones feature glass front and back faces
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Novel luminescent nanoparticles embedded into glass pave way for high-tech future
BioMin bioglass toothpaste may better protect sensitive teeth and find its way into US market
Flexible Glass Could Bring Back the Flip Phone
Nanostructured glass eternally stores high volumes of data in 5-D
Ceramic and glass materials prove Einstein was right, help detect gravitational waves in breakthrough discovery
Vitrocerâmica poderá substituir as telas atuais dos smartphones
Rare earth-doped glass boosts lasers, tests experimental theories at National Ignition Facility
Agência de Inovação da UFSCar licencia vidros bioativos desenvolvidos na universidade para empresa de cerâmicas de alta tecnologia
Inspired by tardigrades: Vapor deposition creates molecular order in glass
Agência de Inovação licencia produto cerâmico desenvolvido na universidade
Keep your cool—New glass-based paint could take the heat off outdoor metal structures
3D printing reaches the final materials frontier—Micron3DP innovates in glass
Nanostructuring glass–ceramics controls their electromagnetic properties
Consórcio internacional aprova início da construção do megatelescópio GMT
Novo pote de ketchup promete fim àquele restinho no fundo
Rubbery Glass Arrives
Glass is the key to super-slim Tvs with brilliant images
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Sobre o iPhone e a arte de fabricar vidros inquebráveis (ou quase)
AluSiD - tiles from recycled glass and ceramic waste
Vitrocerâmica para proteção balística
Fit for Extreme Conditions
Vitro to construct Brazilian glass container plant
Video: Structure and function—Surface properties are the secret to smarter materials
Video: Quality control gone wild: Schott blasts and pummels its fire-rated glass ceramics to ensure your safety
Gorilla Glass is getting an upgrade, and so is your smartphone - to genius status
Glass embedded with ceramic frit or UV patterns is for the birds
Biomaterial estimula formação de células ósseas
'Fastenating' - The art of making and testing ceramic screws
Trash to treasure: Glass devitrite crystals as novel optical diffusers
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20 Tons of Glass, Fresh from the Oven
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Atoms never forget
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